── Quem és?
O eco repetia a pergunta
Mas não havia resposta.
Talvez porque não soubesse ou então não queria dizer.
Já não via sua imagem
Apenas enxergava minha própria feição refletida n'água
Tentando compreender o mistério
Da mente,das vísceras e do coração
Um líquido tenebroso escorria da minha alma
E eu sei que ela podia queimar
Até que se tornasse escasso
Porém,permanece um ser translúcido
Exclamativo em suas delimitações
Cercadas de penhascos

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