A palavra findou-se, não existe mais nada.
O fio da meada não sabe seguir.
O último trago não acrescenta,
Não produz, não sustenta.
O meu moinho se move para outro lado,
Oposto, inacabado.
E os raios que caem em minha cabeça dissolvem o resto do
cérebro que subiu.
A forma da substância, o cheiro da minha desgraça.
A ameaça do porquê, o final de um ciclo.
Eu voltei para finalizar um esboço.
Eu precisava disso.
