Desalinho as lápides
De meus futuros eus
Ignoro o medo
E não paro no caminho
É sempre uma decisão muito difícil
A de se descobrir sozinho
Fico presa em partes
De restrita atenção
E sublimo em artes
Um impulso de compaixão
Num processo-chave
De desfazer entraves
se libertar como ave
E se entregar o próprio coração
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